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A recente pesquisa (The future of HR), conduzida pela KPMG com 1.201 altos executivos da área de 64 países (incluindo o Brasil), e representando 31 setores,  apresenta a seguinte conclusão:

“Os líderes de Recursos Humanos mais arrojados estão agindo de forma consistente e sem hesitação, apostando na transformação da área como fator determinante para o sucesso dos negócios. Um modelo mais moderno, ágil e focado na experiência do empregado está alinhado com a aplicação de novas habilidades de gestão, inteligência artificial e robótica para integrar talentos humanos e estratégias digitais”, afirma Patrícia Molino, sócia-líder de Pessoas e Transformações da KPMG no Brasil.

Ou seja, incorporar o uso mais eficaz da Tecnologia, capacitar adequadamente seus Colaboradores, alinhar suas metas às metas organizacionais, flexibilizar as formas de entrega de resultados e as recompensas oferecidas e, envolve-los no gerenciamento de mudanças, são algumas das metas do RH para o próximo ano e década.

Interessante reflexão para nós profissionais de RH!

O conteúdo da pesquisa da KPMG está disponível na íntegra no link:

https://home.kpmg/br/pt/home/insights/2019/11/lideres-globais-rh.html

Desde maio/19, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu a Síndrome de Burnout, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional e Síndrome do Desgaste Emocional, na Classificação Internacional de Doenças.

A Burnout já atinge, segundo a ISMA-BR (International Stress Management Association), 30% da população brasileira e 4% da população mundial. Outra pesquisa, realizada pelo ISMA em 9 países do mundo, aponta o Brasil ocupa o 2º lugar em nível de estresse, com 70% dos brasileiros sofrendo desse mal, ficando atrás apenas do Japão.

Atualmente várias empresas oferecem acolhimento emocional aos seus Colaboradores, além de promoverem um ambiente corporativo mais humanizado, investindo na criação de espaços de lazer e descompressão e incentivando o Colaborador a personalizar seu local de trabalho, como se fosse a extensão da sua casa.

A adoção do modelo de horário flexível e de home office, também contribuem e muito, para a melhoria da qualidade de vida, especialmente em grandes cidades, como São Paulo, em que se gasta muito tempo em deslocamento.

Cabe ao RH estar atento a todas essas mudanças, sugerindo ações que promovam o bem estar físico e emocional de seus Colaboradores.

A sua empresa adota alguma dessas iniciativas?

Você já deve ter ouvido esse questionamento mais de uma vez.

Primeiro vamos entender algumas definições de Propósito: “A vontade maior de realizar ou conquistar algo” “Buscar fazer aquilo que realmente gosta” “ Se arriscar por aquilo que efetivamente te move” .

Para definir o seu propósito, você precisa descobrir onde quer chegar e, canalizar a energia necessária para trilhar esse caminho. Esse exercício é válido tanto para você no âmbito pessoal como para uma empresa na criação de um produto, serviço ou um novo empreendimento.

Vamos começar?

Responda algumas perguntas:

– O que te move a sair da cama todo o dia?

– Qual é o sentido de viver para trabalhar?

– Qual o propósito de dedicar grande parte da sua vida a atividades cujo sentido as vezes você desconhece?

– Você é feliz com o que faz?

Hoje grandes Empresas buscam criar produtos e serviços que compartilham propósitos e valores humanos e, são essas Empresas que atraem o interesse das pessoas em fazer parte desse sonho, por se sentirem engajadas e atraídas por ele.

O propósito da Start Up é impactar de maneira positiva a vida das pessoas e das empresas que assessoramos! E o seu?

A transformação digital nos processos de Recrutamento e Seleção é uma realidade mais do que necessária. Começando pelas divulgações de vagas através das redes sociais e sites especializados, passando por um sistema que faça a gestão dos Currículos e processos seletivos.

Há um bom tempo o contato com os candidatos também passa por essa transformação, e hoje é praticamente feito por WhatsApp e/ou redes sociais… já que nessa era digital, sempre estamos conectados.

A etapa de seleção não ficou de fora….cada vez mais as entrevistas são realizadas por vídeo, trazendo conforto para o candidato, além de agilizar sensivelmente o processo seletivo.

E aqueles testes psicológicos que sempre são aplicados, também é possível fazer online?

Sim, hoje o candidato pode realiza-los onde e quando quiser.

E nós, analistas de seleção, ainda recebemos os resultados mensurados, o que facilita em nossa análise. Com a maturidade dos nossos 23 anos, a Start Up já incorporou essas práticas, proporcionando assim um processo seletivo digital e ágil que supera a expectativa de seus Clientes e Candidatos, mantendo todo respeito e acolhimento, pelos quais somos reconhecidas.

Estamos prontas para atendê-los.

O desafio de responder de forma eficiente a um mercado de trabalho em constante transformação nos estimula a desenvolver formas mais ágeis de recrutamento e seleção.

O recrutamento ágil surge para assegurar maior adequação do perfil para a posição a ser preenchida e também contribui para evitar a desistência de candidatos, causadas por processos longos e posicionamentos tardios.

Dessa forma reduzimos riscos de desalinhamentos que normalmente são descobertos apenas no final do processo, ocasionando atrasos, contratações incorretas e maior custo de preenchimento das vagas.

Aqui na Start Up já adotamos esse modelo com excelentes resultados.

Quer saber como? Entre em contato com a Start Up!

O employer branding é a percepção que o mercado, os colaboradores e os candidatos têm da sua empresa. Uma imagem positiva atrai os candidatos que se esforçam e se especializam para fazerem parte do seu time.

O employer branding também colabora para reduzir o turnover de sua empresa; pois, uma vez que contratados, os colaboradores sentem-se motivados a continuar na empresa pelo ambiente e oportunidades que ela oferece.

A divulgação de vagas e o processo de recrutamento também fazem parte da sua imagem. É durante o processo de seleção que os candidatos têm um primeiro contato com a empresa. E é por isso que a forma de atração e seleção de talentos devem ser organizados e planejados de acordo com o perfil e os seus valores.

A Start Up sabe que o recrutamento vai muito além de seleção de currículos e entrevistas. Elaboramos processos de seleção de acordo com as características de cada empresa, transmitindo seus valores e propósitos aos candidatos.

Vem conversar com a gente e saber mais como trabalhamos o employer branding nos nossos processos!

Apostar na contratação dos jovens talentos, nativos dessa nova era digital, é a ideia mais comum. Porém, é preciso ter atenção: contar com a habilidade digital da nova geração é importante, mas ter uma “estratégia intergeracional” é essencial!

Uma equipe formada por profissionais de diferentes idades provoca a evolução de todos os seus membros. Os novatos e maduros trocam experiências, aprendem e ensinam.

O mais jovens elevam o seu QE – o quociente de inteligência emocional – , enquanto os veteranos aumentam o QD – quociente de inteligência digital. Nesse cenário de interações, cada um contribui com o suas habilidades, ao mesmo tempo em que contribui para o desenvolvimento da equipe.

Essa estratégia intergeracional já é adotada por algumas empresas que conseguiram perceber o quanto a interação entre os profissionais jovens e seniores colabora para o crescimento da empresa.

Nós da Start Up Consultoria, aplicamos essa ideia nos processos de recrutamento e seleção que conduzimos e, temos segurança que esse é o caminho certo!

Autonomia no trabalho refere-se ao nível de liberdade que os funcionários possuem para realizar suas atividades.

Estudos mais recentes mostram que quanto mais alto os níveis de autonomia, maiores também são os níveis de satisfação, engajamento, motivação e produtividade.

No passado, as estruturas organizacionais tradicionais estabeleciam supervisão rigorosa, onde se concedia mais autonomia apenas aos escalões superiores.

Constatou-se que quando os funcionários recebem liberdade associada à autonomia, há um sentimento de maior responsabilidade pela qualidade do que é realizado.

Os benefícios da autonomia podem ser estendidos às equipes. Um Time autônomo é auto gerenciado e recebe direcionamento sobre “o que” deve ser realizado, mas “o como” fazer fica por conta da equipe.

Trabalhar em um ambiente cooperativo é enriquecedor, e eleva consideravelmente o engajamento dos funcionários. No entanto, precisamos estar atentos as diferenças de perfil dos integrantes da equipe. Alguns podem preferir trabalhar sozinhos. Tal situação pode levar a falhas de comunicação e, consequentemente, perda de alinhamento e produtividade.

E na sua empresa? Qual é o nível de autonomia que os funcionários possuem para realizar seu trabalho?

Segundo o Fórum Brasileiro de Politicas Publicas, Anuário de 2019, a cada 2 minutos há um registro de violência contra a mulher…O ápice da mortalidade se dá aos 30 anos de idade e, em 88,8% dos casos o autor foi o companheiro ou ex-companheiro.

As situações de abuso físico e/ou psicológico podem resultar, dentre outros sintomas, na perda de auto-estima, diminuição na produtividade e capacidade de concentração, dificuldade para dormir, para tomar decisões, depressão e nível de stress sensivelmente aumentado. Tais sintomas podem e devem ser percebidos claramente no ambiente de trabalho e, quando Gestores e RH passam a ter esse “olhar”, já começa aqui um processo de sensibilização e de cuidado.

É importante que se crie na empresa campanhas de conscientização sobre a violência contra Mulher e canais de comunicação, onde a mesma se sinta acolhida, sem críticas ou julgamentos. A web pode contribuir também com a facilidade de acesso a informações sobre direitos, formas de lidar e como denunciar:

https://lnkd.in/d6xPQdY

conexoesquesalvam.com

new.safernet.org.br

acoso.online/br

Como os princípios e práticas de Agilidade (Agile) nasceram na indústria de software, as pessoas tendem a pensar que é algo que pode ser aplicado apenas às funções e/ou atividades relacionadas à tecnologia. Isso está longe de ser verdade: a grande maioria das áreas de qualquer empresa pode aproveitar os benefícios proporcionados pela Agilidade.

Como dissemos no Post anterior, a área de Recursos Humanos que opera de forma tradicional é altamente vulnerável ​​à burocracia, processos excessivamente morosos e modelos de gestão baseados em “comando e controle”, que diminuem o moral das equipes, não aproveitam o potencial máximo das pessoas e dificultam o alinhamento e comprometimento necessários para o alcance contínuo e sustentável de resultados.

Mas como conduzir essa mudança?

Primeiro é preciso que ocorra uma mudança de mentalidade. E ela começa pelo reconhecimento de que o RH tem papel fundamental nesse processo de transformação. Afinal, é reponsabilidade de todas as funções organizacionais garantir a entrega do valor esperado pelo cliente final, o que exige a construção de um ambiente altamente engajador, produtivo e confortável para seus talentos.

Quando se tem flexibilidade para experimentar novas formas de realizar o trabalho, surge a necessidade imediata de se voltar mais para as pessoas. Quando as iniciativas são bem implementadas, o resultado final é mais inovação e ganhos recorrentes.

Mas por onde começar? Embora não exista uma receita de bolo, propomos algumas iniciativas que podem contribuir para colocar o RH no caminho da Agilidade.

Divulgue oportunidades de trabalho de forma atrativa:

Uma empresa tradicional geralmente ignora a importância do aspecto cultural no processo de recrutamento e seleção. Ao descrever uma posição para contratação, geralmente foca em tarefas e habilidades esperadas do novo contratado. Quando o RH de uma empresa atua de forma ágil, a atenção é voltada continuamente para a atratividade da oportunidade de trabalho, tanto sob o ponto de vista da empresa quanto dos candidatos. Isso pode ser alcançado através de descrições de trabalho bem elaboradas e atraentes, divulgação em mídias sociais mas, acima de tudo, pelo desenvolvimento e comunicação de uma cultura organizacional inspiradora e um ambiente de trabalho agradável e aberto à novas ideias. Colaboradores satisfeitos e motivados são seus melhores aliados na atração de novos talentos.

Promova o aprendizado continuo

Quando o RH atua de maneira tradicional, é comum que treinamentos ou qualquer outra forma de transferência de conhecimento ocorram somente quando existam necessidades tangíveis, por exemplo, a implementação de uma nova ferramenta ou processo. O RH ágil, por outro lado, promove o aprendizado contínuo de todos os colaboradores, como forma de assegurar a evolução permanente da empresa em todas as áreas de atuação e não apenas através de iniciativas ou demandas pontuais.

Torne o processo de avaliação mais frequente e transparente

Quando os processos de avaliação e desenvolvimento são transparentes, os membros da equipe acreditam mais no modelo e tendem a ficar mais motivados. Empresas tradicionais acabam tornando esses processos obscuros, pouco frequentes ou sem padrão. Por essa razão, fica difícil para os colaboradores saberem se estão fazendo um bom trabalho ou se precisam melhorar em algum aspecto. Avaliações constantes e planos de desenvolvimento com feedbacks frequentes, motivam os bons profissionais e facilitam a correção para aqueles que ainda não estão prontos.

Valorize todos os colaboradores

Quando o RH adota a agilidade, seus profissionais trabalham para que todos os colaboradores se sintam mais do que apenas peças de um mecanismo maior. Nesse contexto, a premissa básica está sustentada na crença de que o resultado coletivo sempre será maior do que a soma das contribuições individuais. Em uma cultura de agilidade, cada um se sente responsável pelo valor entregue ao cliente final, independente do cargo ocupado. Onde o mindset ágil predomina, todos trabalham na mesma direção, perseguindo objetivos e metas compartilhadas. O papel fundamental do RH é incentivar e garantir que essa visão se realize nas empresas.

Dessa forma, os benefícios da adoção de práticas ágeis de gestão no RH justificam plenamente os esforços de transformação: colaboradores mais motivados, contratações mais assertivas, melhor clima organizacional e, finalmente, mais valor entregue ao cliente final. 

Fonte: Blog Pipefy – Thais Macedo