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A pesquisa de Clima Organizacional vem sendo a tempos utilizada pela área de RH, como um instrumento para análise, diagnóstico e sugestões, que são utilizados posteriormente para a melhoria da qualidade, comunicação interna, aumento da produtividade, adoção de políticas internas, dentre outras.

A princípio pode-se ter a falsa ideia de que o  clima organizacional no contexto de home office, é mais tranquilo do que no trabalho presencial, principalmente em função da menor intensidade de interação social.

Mas, no momento que estamos vivendo, onde nem todas as empresas e colaboradores estavam preparados para atuar nesse modelo remoto, e o mesmo acabou sendo imposto do dia para a noite, a pesquisa de Clima pode trazer resultados que vão além dos indicadores que mencionamos acima.

Para exemplificar, uma recente pesquisa realizada pela empresa Pulses, que desenvolve ferramentas para medir o clima organizacional, apontou que “54% dos entrevistados estão tendo níveis de ansiedade médios e altos durante a quarentena. ”

Por isso, para Cesar Nanci, CEO da Pulses, as empresas precisam se humanizar ainda mais: “Ter uma mentalidade centrada nos colaboradores é o mais importante nesse momento. A nova rotina de trabalho, o receio de não dar conta, e as dúvidas sobre as futuras configurações de trabalho têm tornado o papel do RH indispensável neste momento, afinal, cuidar das pessoas nunca foi tão necessário. “

A aplicação de questionários com o propósito de entender essa nova rotina se torna então estritamente necessária e, a partir dos resultados pode-se alinhar as ações que devem ser desenvolvidas em busca de melhorias  no dia a dia do trabalho virtual.

Essas pesquisas podem apontar algumas dificuldades que, por vezes, possam ser facilmente resolvidas pelas empresas, como o fornecimento de equipamentos, kits de segurança e até cadeiras, passando também por questões mais complexas, como sessões de aconselhamento ou indicação de atendimento terapêutico. De qualquer forma, tais ações certamente contribuirão para uma melhor adequação a esse novo modelo e um maior engajamento, pela percepção de acolhimento por parte do Colaborador.

De acordo com Ana Cláudia Medeiros, gerente de Gestão e Gente:

“Manter ativo o diálogo com cada colaborador, a fim de se inteirar sobre a rotina de adaptação ao home office, a saúde emocional e a produtividade, é uma das formas de gerar interatividade com a empresa. O papel do RH é justamente ser ponte de comunicação e de fortalecimento entre os colaboradores, a empresa e os próprios gestores”, concluiu.

Ou seja, como sempre apontamos, a área de RH se torna ainda mais estratégica, para alinhar valores, humanizar as relações, transmitir segurança, principalmente num momento atípico como estamos vivendo.

 Abaixo algumas referências sobre esse tema.

https://rhpravoce.com.br/posts/produtividade-em-meio-a-pandemia-a-pesquisa-de-clima-pode-ajudar

https://www.blogdajuliska.com.br/ansiedade-tem-aumentado-no-ambiente-organizacional-com-a-pandemia

https://institutopublix.com.br/o-teletrabalho-e-a-pandemia-antes-durante-e-depois/

https://vocesa.abril.com.br/carreira/78-dos-profissionais-se-sentem-mais-produtivos-trabalhando-remotamente/

https://www.pulses.com.br/insights/papel-do-rh-na-pandemia-covid-19

Ao publicarmos na semana passada uma definição bastante resumida do que é “Inteligência Emocional”, percebemos o quanto esse conceito ainda gera muitas dúvidas e curiosidades.

Por isso resolvemos nos aprofundar um pouco mais sobre ele, com um enfoque mais Corporativo, além de compartilhar algumas sugestões de leitura e vídeo interessantes sobre o assunto.

O conceito de Inteligência Emocional ou Quociente Emocional (QE ou IE) se popularizou com o psicólogo e autor Daniel Goleman, em seu livro sobre o tema (sugestão de leitura abaixo).

Sua essência se dá quando conseguimos conciliar o lado emocional e racional do cérebro, neutralizando as emoções negativas, as quais produzem comportamentos destrutivos e, potencializando as emoções positivas para gerar os resultados desejados.

Pensando no ambiente corporativo, lembramos que, até a um tempo atrás, era comum que as áreas de RH utilizassem apenas testes de QI (Quociente de Inteligência) para chegar a candidatos que tivessem uma maior capacidade para processar informações.

E, embora complementares, para o próprio Goleman, o QI contribui com apenas 20% do nosso sucesso na vida! Os outros 80% são resultado do QE.

Sendo assim, será que ter um alto QI  é realmente tão importante quando se busca obter sucesso profissional e pessoal?

A resposta é Não….o fato de uma pessoa ser “inteligente”, não significa que ela consiga lidar bem com suas próprias emoções e, isso se reflete não só na sua vida pessoal mas, também como ela se relaciona no ambiente corporativo.

É por isso que a inteligência emocional (IE/QE), passou a ser tão valorizada e, talvez seja hoje a principal característica que se busca nos processos seletivos para contratação de novos Colaboradores.

Afinal, com a globalização, a inteligência emocional passou a ser ainda mais significativa do que nunca,  já que as equipes são multiculturais e diversas, aumentando assim a complexidade das interações das emoções e como elas são expressas. 

Esse fato por si só, já tornou a inteligência emocional essencial nos locais de trabalho, para que se possa  entender, expressar, melhorar a comunicação e gerenciar bons relacionamentos, além de ajudar a lidar com  problemas sob pressão e minimizar conflitos.

Mas afinal, como faço para desenvolver a minha Inteligência Emocional?

Segundo Goleman, existem 5 pilares que irão ajudá-lo nesse sentido:

1 – Conhecer as próprias emoções

O primeiro passo é compreender as próprias emoções. Passar um tempo desfrutando da própria companhia e fazer terapia, são ações fundamentais para o cumprimento do propósito primordial que é o de entender como somos afetados pelas circunstâncias. Ressaltando que gerenciar os próprios sentimentos é algo que requer tempo e perseverança.

2 – Controle emocional

Habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida. Ter a consciência de que as emoções não exercem poder absoluto sobre nossas ações é algo muito importante. Por exemplo: quando estamos tristes, sabemos o que pode intensificar esse estado e o que pode amenizar. O mesmo ocorre quando estamos furiosos.

3 – Automotivação

Trata-se da capacidade de dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal. Nas palavras de Goleman, “As pessoas com altos níveis de esperança têm certos traços comuns, entre eles o poder de se auto motivar, e sentir-se com recursos suficientes para encontrar meios de atingir os seus objetivos, ter flexibilidade bastante para encontrar meios diferentes de chegar às metas, e ter o senso de decompor uma tarefa formidável em outras menores, mais manejáveis.”

4 – Empatia

Aprender a se colocar no lugar do outro, de reconhecer as emoções dos outros e entender seus comportamentos, nos torna mais sensíveis e abertos.

5 – Saber se relacionar interpessoalmente

Outro ponto chave para o sucesso é saber ter boas relações, guiando as emoções dos outros. Isso criará um ambiente positivo a sua volta, melhorando não só a sua qualidade de vida, mas também contagiando aqueles ao seu redor.

Dito isso você deve estar ciente de que a Inteligência Emocional é um processo gradual e que varia de pessoa para pessoa.

Mas, a partir do momento que você reconhece em si mesmo esses 5 pilares, trabalha com eles e passa a aplicá-los diariamente, possibilitará a construção de relações saudáveis e tomada de decisões conscientes, evitando que venha a se arrepender de seus atos impulsivos.

Ao contrário do QI, a inteligência emocional é altamente flexível. À medida que você treina seu cérebro com novos comportamentos emocionalmente inteligentes, ele constrói os caminhos necessários para transformá-los em hábitos.

Sendo assim, quanto mais pessoas com essas habilidades você de RH conseguir atrair e reter, mais sucesso e crescimento você terá em sua empresa!

Artigos:

https://www.hipercultura.com/o-que-e-e-como-desenvolver-sua-inteligencia-emocional/

https://www.napratica.org.br/o-que-e-inteligencia-emocional/

https://blog.12min.com/br/inteligencia-emocional-qe-e-qi/

https://febracis.com/5-pilares-inteligencia-emocional/

Livros:

Inteligência emocional: A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente – Daniel Goleman

Trabalhando Com a Inteligência Emocional- Daniel Goleman

Agilidade Emocional – Susan David

Inteligência Emocional 2.0 – Travis Bradberry e Jean ‎Greaves

Vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=BqF50IuR3_c

O mês de junho é considerado o mês do orgulho LGBTQI+ no mundo.

Vamos retratar aqui as conquistas mais importantes da luta e a história do movimento, esclarecendo incialmente o significado da sigla LGBTQI+, que representa pessoas que são Lésbicas, Gays, Bi, Trans, Queer/Questionando, Intersexo e mais.  Algumas pessoas utilizam a LGBTQIAP+, que inclui Assexuais/Arromânticas/Agênero, Pan/Poli.

O Movimento Homossexual surgiu no Brasil em 1978, no período da ditadura, o grupo de afirmação Homossexual ganhou visibilidade em São Paulo  e desempenhou um papel muito importante no modo de perceber a sexualidade.

Em 1980 surgiu o primeiro grupo exclusivamente lésbico e a visibilidade pública da homossexualidade continuava  em ascensão, claro que em meio a muita luta, contra a epidemia do HIV/Aids, a luta pela despatologização (retirada da homossexualidade do código de doenças do Inamps)ou seja, a luta tinha como objetivo desde então,  de promover mudanças na sociedade, em especial com relação aos direitos civis de homossexuais e ações contra discriminação e violência.

Em 1990 devido as ações que o movimento homossexual realizava com projetos de combate a DSTs e Aids, as pautas ingressaram nas políticas públicas e houve um aumento do número de grupos e a expansão do movimento por todos os estados do País, acompanhado por uma diversificação de tipos de organizações: grupos comunitários, ONGs, setoriais de partidos, grupos religiosos, acadêmicos e outros.

Somente em 1993, o movimento que a princípio era formado apenas por homossexuais, incluiu as lésbicas, posteriormente os travestis, bissexuais e, a sigla assumiu novas formas para dar visibilidade às diferentes identidades.  


Em 1995, ocorreu a fundação da primeira e maior rede de organizações LGBT brasileiras, a ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis), que promoveu esforços no combate à Aids e variadas articulações com órgãos público de ações no âmbito legislativo e judicial, para acabar com a discriminação e violência.

A partir da fundação da ABGLT houve um processo e aumento das redes nacionais e com elas mais conquistas, como a união civil estável e o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, procedimentos de redesignação sexual, conhecida como “mudança de sexo”,  a utilização do nome social e as mudanças de registro civil para a população de transexuais e travestis, adoção de crianças por casais homoafetivos, e mais recentemente, a liberação para doação de sangue por homossexuais .

Anualmente, também ocorrem as Paradas do Orgulho, que acontecem em diversos estados e é um encontro social e político que celebra a diversidade, protesta e reivindica seus direitos. Ela conta com a participação e apoio de prefeituras, simpatizantes, familiares, militantes e todos que apoiam a causa.

E mesmo com todas essas conquistas, propomos agora uma reflexão:

Você apoia a igualdade e combate o preconceito? Na empresa que você trabalha tem pessoas  LGBTQI+?

Você já participou de algum processo seletivo com uma mulher trans ou travesti? A sua colega de trabalho fala abertamente que sua parceira é outra mulher? A equipe que você lidera tem alguma pessoa trans? Você é um agente de mudança na sua empresa? 

Se muitas das respostas  forem não, a empresa que você trabalha ou lidera precisa avançar na inclusão e diversidade!

Sabemos que a diversidade é muito importante para as instituições, gera visibilidade, retorno financeiro, e principalmente o debate de ideias e visões diferentes que contribuem para o desenvolvimento da companhia e das pessoas.

Mas é necessário que o RH se empodere e estimule as lideranças e colaboradores para que torne sua empresa ainda mais inclusiva e  que haja a valorização da diversidade sexual.

É importante que os  Colaboradores LGBTQI+ sejam acolhidos, sem receios de rótulos, sem sofrer preconceito por conta de sua orientação sexual ou identidade de gênero. As brincadeiras, comentários preconceituosos  e comportamentos inadequados não devem ser tolerados.

É fato que muitos colaboradores LGBTQI+ ainda escondem sua identidade para não serem vítimas do preconceito.   Não se pode ignorar um caso de homofobia, é importante criar canais de ética e denuncia, além de criar campanhas internas para sensibilizar a todos.

 Pesquisa realizada pela PwC revela as empresas precisam fazer mais para atrair e apoiar talentos LGBTQI+, pois apesar de 85% dos funcionários LGBTQI+ se sentirem confortáveis no trabalho, apenas uma pequena parcela dos empregadores adota programas de inclusão exclusivos para esse público e esses programas de inclusão ajudaria seus talentos a alcançarem seu potencial e assumirem cargos de liderança.

É importante que a empresa tenha consciência de sua responsabilidade em relação à empregabilidade de pessoas LGBTQI+ e da possibilidade de transformar essa realidade.  É necessário desenvolver ações, promover debates, desenvolver políticas de inclusão e, mais uma vez, a conscientização dos colaboradores e líderes.

O Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ elaborou os 10 Compromissos, para orientar as práticas de cada empresa no tema e para orientar os trabalhos do próprio Fórum, confira: https://www.forumempresaslgbt.com/10-compromissos

Empregar pessoas LGBTQI+ é tornar sua empresa mais inclusiva, é dar possibilidade para que todos se desenvolvam, sem discriminação, é agir de forma justa, empática e sublime.

Segue algumas sugestões de filmes, séries e documentários para se aprofundar no tema:

https://canaltech.com.br/entretenimento/dia-do-orgulho-lgbt-20-filmes-series-e-documentarios-para-maratonar-142653/

Fontes:

https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2019/06/25/metade-dos-profissionais-lgbt-assumiu-orientacao-sexual-no-trabalho-diz-pesquisa.ghtml

http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/cadernos_tematicos/11/frames/fr_historico.aspx

https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2020/05/17/movimento-lgbt-vem-resistindo-ha-seculos-diz-codeputada-erika-hilton.htm https://www.stoodi.com.br/blog/2019/02/07/movimento-lgbt-o-que-e/

https://orientando.org/o-que-significa-lgbtqiap/

https://www.cartacapital.com.br/blogs/saudelgbt/opressao-da-sociedade-potencializa-impactos-na-saude-mental-de-lgbts/

https://vocesa.abril.com.br/voce-rh/como-lutar-contra-a-homofobia-no-mercado-de-trabalho/

https://integradiversidade.com.br/tag/lgbt/

https://rhpravoce.com.br/posts/orgulho-lgbti-no-trabalho-como-as-empresas-podem-adotar-a-inclusao

https://www.pwc.com.br/pt/sala-de-imprensa/noticias/out-to-succeed-realising-the-full-potential-of-your-lgbt-talent.html

Muito tem se falado sobre inclusão, diversidade e,  nós mesmas aqui da Start UP, publicamos e republicamos vários posts e matérias falando da importância do assunto, do ponto de vista Corporativo.

Mas, cada vez que vem à tona um ou mais episódios tão graves que envolvem preconceito, seja ele de etnia, gênero, classe social, religioso, acessibilidade entre outros, vemos o quanto ainda falta para alcançarmos a igualdade e a real necessidade desse tema se manter em pauta.

Pra começar, vale aqui rever o conceito literal do que é Estereótipo:  

“Estereótipo é o conceito ou imagem preconcebida, padronizada e generalizada estabelecida pelo senso comum, sem conhecimento profundo, sobre algo ou alguém. É usado principalmente de maneira preconceituosa para  definir e limitar pessoas quanto a aparência, naturalidade e comportamento.”

Sabemos que tudo que é diferente nos causa estranheza e distanciamento, e a partir disso é gerado o preconceito e a tentativa de excluir tudo aquilo que é diferente para nós.

O preconceito pode ocorrer de diferentes  formas, as vezes ele é explicito e, desse você não tem dúvida que ele realmente existe e, o mais letal que é  o preconceito mascarado ou tendencioso.

Através dele a pessoa preconceituosa  não tem consciência do impacto de seu comportamento. 

Esse comportamento, muitas vezes, está enraizado em estereótipos e, em elementos de sua formação, do ambiente de onde ela vem, seja familiar, acadêmico, profissional, social, que a levam a agir de uma maneira específica, sem estar ciente de seus atos.

E como o RH pode conscientizar os colaboradores do mal causado pelo preconceito e permitir um ambiente corporativo mais inclusivo?

É lógico que não é uma tarefa fácil mas, tentar mudar os conceitos pré existentes, expondo os Colaboradores a informações, imagens e contatos com pessoas que contrariem esses estereótipos, já é um bom começo.

Para isso as empresas precisam revisar os programas de diversidade e inclusão existentes e, analisar com atenção se estão funcionando efetivamente ou não.

O RH  precisa olhar para dentro da sua empresa e, honestamente, fazer-se algumas perguntas, como: Nossa equipe de Colaboradores é diversa? A cultura da empresa aceita e apoia a inclusão? Que esforços apoiam a diversidade e a inclusão? Nossos esforços tem sido suficientes?

Diversidade e inclusão devem estar incorporados à cultura. 

Seus Líderes precisam demonstrar que apoiam a diversidade e inclusão por meio de suas ações e, se tiverem Gestores que pertençam a esses grupos, fica ainda melhor!

Sessões de debates precisam ocorrer com a participação de todos, até o CEO e gerentes, para que esses temas sejam colocados em pauta, trazendo o que ainda pode ser tratado como “diferente” para algo comum.

Além disso, o RH precisa oferecer um sistema de suporte confidencial, para que os Colaboradores se sintam confortáveis ​​em procurar conselhos e expressar preocupações. 

Políticas de tolerância zero nesse sentido, precisam ser implementadas e suportadas.

A notícia boa é que, pesquisas recentes demonstram que, a pandemia tem feito surgir uma nova geração que visa a responsabilidade social corporativa, focada em entender melhor as relações pessoais, as angustias e necessidades de seus Colaboradores.

A partir daí, surgirão novos parâmetros para  medir o que as empresas fazem quando se trata de equidade, diversidade e inclusão de gênero, bem como ações que devem adotar para promovê-las.

Empresas que colocarem seus Colaboradores em primeiro lugar, investirem em Diversidade  e disserem Não a intolerância e ao preconceito, certamente servirão de modelo e farão parte do seleto e, ainda pequeno grupo das efetivamente “melhores empresas para se trabalhar”.

Mais sobre o assunto:

https://diariodocomercio.com.br/exclusivo/mulheres-dados-valem-mais-que-estereotipos/

https://vocesa.abril.com.br/voce-rh/empresas-criam-estrategias-para-integrar-profissionais-com-mais-de-60-anos/

https://cio.com.br/tecnologia-nao-tem-genero-e-hora-de-aposentar-esses-estereotipos/

https://www.forbes.com/sites/mariaminor/2020/06/08/enough-is-enough-stop-the-ignorance/#4180bd741dda

A pandemia do Coronavírus transformou drasticamente nossas relações pessoais e profissionais de um dia para o outro.

As empresas mais tradicionais precisaram rever o conceito que tinham de “trabalho” e, mudanças de hábito e modo de fazer foram impostas, para garantir a sobrevivência do negócio.

O momento mais do que nunca nos pediu adaptabilidade e agilidade, para responder a rápidas mudanças e tantas incertezas.

Do ponto de vista de RH e gestão de pessoas, fica claro que, cada empresa  apresenta naturalmente seu próprio conjunto de desafios e problemas únicos. 

Mas, a capacidade de adaptação, a cultura e a mentalidade que permitem a transição rápida e eficaz de direção, aliada a constante atenção as pessoas em momentos de mudanças, que sempre foram as principais preocupações do RH em condições relativamente estáveis , se tornaram elementos essenciais em tempos como o que estamos vivendo agora. 

Muitas empresas adotaram, pela primeira vez, o home office e  se surpreenderam com as oportunidades, benefícios e capacidades do trabalho remoto. Segundo recentes pesquisas, para muitos essa tendência veio para ficar.

Para estar alinhado a essas mudanças, a transformação digital acabou entrando com tudo no RH, softwares para recrutamento e seleção, entrevistas e onboarding on line,  passaram a ser sua nova rotina.

Outro ponto de destaque é que, ninguém melhor do que  o  RH para conhecer seus  Colaboradores e suas tendências comportamentais e, essas informações passaram a ajudar ainda mais os Gestores a compreender o modo de agir e pensar da sua equipe em momentos de tantas incertezas.  

Além disso, manter a todos cientes das atitudes e caminhos que estão sendo tomados,  é mais uma missão do RH para garantir que seus Colaboradores sintam que há uma relação de transparência e empatia por parte de seu empregador e, que juntos poderão sair mais rapidamente e ainda mais fortes de toda essa crise.

A  grande mudança é a cultural, de hábitos, de formas de relacionamento de pensar o mundo e modelos de negócios. O RH tem que ser o departamento mais ativo da empresa. O desafio não é o RH conseguir ocupar esse espaço, mas sim se colocar nesse lugar.” Ruy Shiozawa, CEO do GPTW, no Brasil.

Nos links abaixo mais conteúdo de aprendizado:

https://blog.solides.com.br/novo-normal-do-rh/

https://rhpravoce.com.br/posts/3-tendencias-de-rh-para-o-mundo-pos-coronavirus

https://hrexecutive.com/boese-the-biggest-post-pandemic-hr-challenges/

https://www.processexcellencenetwork.com/business-transformation/articles/three-challenges-facing-hr-during-the-covid-19-pandemic

A realidade da Educação no Brasil

O Dia Internacional da Educação foi estabelecido em referência ao encontro de representantes de 180 países no Fórum Mundial da Educação, que aconteceu no dia 28 de abril de 2000, em Dakar, Senegal. Na ocasião, foi assinado um documento no qual estes países se comprometiam a não poupar esforços para que a educação chegasse a todas as pessoas do planeta até 2015.

Infelizmente, o objetivo não foi atingido totalmente. Alguns avanços aconteceram, mas nem todos os povos têm acesso a uma Educação de qualidade, que era o objetivo principal do Fórum.

No Brasil os números ainda são desanimadores, vejam alguns dados do IBGE de 2018, divulgados em 06/2019, que embora um pouco melhores do que o ano anterior, mostram que dentre os brasileiros na faixa etária de 25 anos:

52,6% não concluíram o mínimo de estudo esperado

33,1% tem o Ensino Fundamental incompleto

8,1% tem o Ensino Fundamental completo

4,5% tem o Ensino Médio incompleto

16,5% da população acima de 25 anos concluiu o ensino superior

Ainda temos 11,3 milhões de brasileiros analfabetos ou 6,8% da população brasileira.

Embora o Ministério Público Federal nos lembre de que a Educação é um direito fundamental de todos os brasileiros que deve ser assegurado pelo Estado, a mesma ainda está longe de grande parte do povo brasileiro.

O acesso à Educação de qualidade é um dos direitos básicos de todo ser humano. O aprendizado, a possibilidade de estimular habilidades sócio emocionais e o desenvolvimento da compreensão técnica, da linguagem e do raciocínio são fatores muito importantes para os indivíduos e para a sociedade.

Se as pessoas têm oportunidade de acesso a uma Educação de qualidade, aumentam as chances de elas terem uma vida digna e de exercerem a cidadania de forma plena. Além disso, a Educação abre portas para outros direitos, como saúde, trabalho e lazer.

Somente por meio dela é possível achar soluções para problemas como a pobreza e a violência. Além disso, através da Educação também se garante acesso a outros direitos humanos, como a igualdade e o fortalecimento da democracia.

Sem enveredarmos em questões políticas quanto a “gestão” do Ministério da Educação no atual Governo, gostaríamos de destacar o belíssimo trabalho feito por algumas ONGs que vem se dedicando arduamente em melhorar o Brasil através da Educação.

Abaixo os links de algumas delas, para que você possa entender melhor o trabalho que é feito e, como pode colaborar:

https://www.todospelaeducacao.org.br/

https://institutoayrtonsenna.org.br/pt-br.html

http://www.vagalume.org.br/

http://www.avante.org.br/

https://www.projetouere.org.br/

https://www.institutounibanco.org.br/

https://www.fmcsv.org.br/pt-BR/

“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Paulo Freire

Abaixo as matérias que embasaram nosso post e servem como uma boa leitura e reflexão sobre esse tema tão importante:

https://escoladainteligencia.com.br/voce-conhece-o-dia-mundial-da-educacao-saiba-mais-sobre-a-data/

http://bennett.br/noticias/por-que-existe-o-dia-internacional-da-educacao

https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2019/06/pesquisa-ibge-mostra-que-educacao-brasileira-ainda-nao-e-para-todos/

https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/06/19/mais-da-metade-dos-brasileiros-de-25-anos-ou-mais-ainda-nao-concluiu-a-educacao-basica-aponta-ibge.ghtml

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25885-11-8-dos-jovens-com-menores-rendimentos-abandonaram-a-escola-sem-concluir-a-educacao-basica-em-2018

Data criada pela Organização Mundial da Saúde para conscientizar as pessoas sobre assuntos relacionados a saúde.

Frente a situação que estamos vivenciando globalmente, não podíamos deixar de falar de aspectos importantes para manter uma boa saúde no período de isolamento social.

Muitos profissionais que saíam de suas casas todos os dias para trabalhar estão de quarentena, alguns trabalhando home office e outros sendo obrigados a parar suas atividades durante esse período, em prol do combate ao Covid-19.

Nesse momento devemos tomar ações voltadas a garantir o nosso sistema imunológico, e a alimentação é essencial, não existe um alimento que previna o Coronavírus, porém as suas defesas respondem mais rápido, quando o seu corpo está fortalecido.

É normal que o desejo de comer alimentos com maior teor calórico prevaleça devido à preocupação e ansiedade com as incertezas que estamos vivenciando. Porém é importante manter uma alimentação saudável e rica em vitaminas e minerais, como indica a nutróloga Nivea Bordin em entrevista à Revista exame.

Além disso, em razão da quarentena afetar a pratica de exercícios, se torna importante também a redução do consumo dos alimentos que possuem farinha branca, por mais prático que pareça comer um biscoito, substitui-lo por batata doce ou alimentos com baixo índice glicêmico trará resultados melhores para a saúde como apontaBordin.

Para os profissionais que não podem ficar em quarentena, pois sua função é essencial, devem tomar cuidado redobrados com os alimentos que consomem fora de casa, sempre higienizar os talheres com álcool, optar por copos descartáveis e alimentos cozidos afirma a nutróloga.

Um outro cuidado importante que devemos ter é com a nossa saúde mental frente a tantas incertezas que esse vírus nos trouxe.

O tempo todo estamos recebendo informações de todos os canais de comunicação, até mesmo quando tentamos nos distrair em uma rede social, lá estão mais notícias sobre o vírus, o número de mortos e infectados aumentando, além da discussão sobre os rumos da economia, o que nos deixa ainda mais angustiados e com medo de tantas incertezas e, esse é o momento crucial para buscarmos um autoconhecimento e equilíbrio emocional.

Diante disso, o psiquiatra Octavio Pavan, em entrevista a Natura, orienta que as informações sejam filtradas e que você  faça opção em confiar apenas nas fontes seguras, como o site do Ministério da Saúde e o aplicativo do SUS.

Pavan afirma que ficar sem notícias pode trazer mais angustia do que tê-las, mas que é necessário ter um controle, separando apenas um horário do dia para ter acesso e não ficar sendo bombardeado o tempo todo de informação. 

Deve-se aproveitar o tempo em casa para estabelecer uma rotina, quem está trabalhando home office impor horário de início e fim, aproveitar para organizar afazeres da casa e aquelas tarefas que a tempos você estava precisando executar, mas não fazia por falta de tempo, esse é o momento ideal, estabelecer uma rotina para se sentir ativo e produtivo.

As incertezas podem nos deixar tristes e com vontade de não fazer nada, porém não caia nessa armadilha, quanto mais ocioso, maior o desespero pela sensação de improdutividade, aconselha a psicóloga Carla Guth.

Segunda Pavan e a psicóloga Carla Guth é importante manter o autocuidado, aproveitar o tempo para refletir e adquirir o autoconhecimento, praticar atividades que mais gosta de fazer a sós, escutar música, dançar, fazer o prato favorito … executar ações que tragam maior conhecimento sobre si e alivie a carga pesada.

Use da tecnologia a seu favor, aproveite as ferramentas existentes para se aproximar das pessoas, mantenha o contato virtual, a importância por interagir e trocar experiências, também são enfatizados por Carla.

Pratique exercícios físicos, movimente-se mesmo que seja rolar no chão com seu filho, realizar afazeres de casa e caminhar pela casa. Além disso, beber bastante água e colocar o sono em dia, também são importantes para o sistema imunológico, afirmam especialistas.

Caso a angustia prevaleça procure ajuda de um profissional, existem alguns canais que estão disponibilizando auxilio nesse momento como o Instituto Entrelaços que oferece linha telefônica aberta até 30/04/2020 pelo telefone (11)98863-0550, confira mais informações sobre o Instituto através do site http://www.institutoentrelacos.com/

Abaixo seguem os links das matérias em que esse texto foi inspirado.

https://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/em-tempo-de-coronavirus-saiba-como-se-alimentar-bem-na-quarentena/

https://www.natura.com.br/blog/mais-natura/novo-coronavirus-como-manter-a-saude-mental-durante-o-isolamento?cnddefault=true&raccoon_param1=institucional-conteudo&raccoon_param2=nnovo-coronavirus-como-manter-a-saude-mental-durante-o-isolamento&gclid=EAIaIQobChMI5JTYr8HU6AIVRAiRCh1CVw7CEAMYASAAEgKtx_D_BwE

Já é fato que, as empresas que adotam a Diversidade e a Inclusão se mostram mais inovadoras, promovem o pensamento criativo e crítico, obtendo assim mais sucesso junto aos seus Clientes, justamente por ouvir diferentes vozes e promover a empatia.

No mundo de hoje, tornou-se crucial que as empresas desenvolvam produtos e serviços inclusivos e, se você garantir essa representatividade dentro da sua empresa, esse processo fluirá de maneira mais efetiva.

No entanto, apesar do valor inegável sobre a necessidade de se promover a diversidade no local de trabalho, esses recursos permanecem ainda sub-representados. 

Há uma necessidade desafiadora de se falar sobre esse assunto de maneira cuidadosa e sustentada, bem como uma urgência na mudança cultural consciente, para que as organizações possam colher todos os benefícios da Diversidade e Inclusão.

Em Start Up’s e empresas de Tecnologia já é comum que se tenham metas de equilíbrio de gênero, dando às pessoas de várias esferas  a oportunidade de expressar suas próprias ideias, experiências e perspectivas.

No entanto, à medida que o ambiente de negócios se torna mais complexo, interconectado e diversificado, uma organização precisa pensar em Diversidade e Inclusão, não apenas com base em gênero, raça e etnia, mas aprofundando-se em outras questões culturais, como crenças políticas e religiosas, orientação sexual, idade, origens socioeconômicas e pessoas com deficiência.

E para que isso dê certo, é imperativo que pessoas de todas as origens, perspectivas e habilidades tenham acesso igual a oportunidades e se sintam confiantes para participar dos processos organizacionais.

Promover um ambiente inclusivo que aceite e celebre as diferenças sociais e culturais entre os funcionários é um compromisso de longo prazo.

Requer uma transformação cultural contínua dentro da organização, incluindo um aprofundamento nas estruturas de trabalho, projetos de cargos e uma  compreensão de como esses fatores refletem nas comunicações internas e externas da organização.

Isso exige mudanças comportamentais sustentadas no nível de liderança.

Nesse modelo, líderes e gerentes de talentos devem trabalhar em colaboração, iniciando e sustentando esforços para criar um ambiente empoderador, onde a força de trabalho diversificada se sinta valorizada, respeitada e aceita por suas perspectivas únicas.

Se ainda não está convencido veja esses dados importantes:

  • Prevê-se que até 2025, 75% da força de trabalho global constituirá millennials e isso também em posições de liderança, ou seja, um grupo que na grande maioria prioriza a Diversidade e Inclusão,  acima da maioria dos demais parâmetros (incluindo salário).
  • Uma cultura de união e empoderamento só pode prosperar quando houver liderança inclusiva. Uma pesquisa da Harvard Business Review descobriu que as equipes lideradas por líderes inclusivos têm 20% mais chances de tomar decisões de alta qualidade e 29% mais chances de se envolver de forma colaborativa.
  • Naturalmente se perceberá que os locais de trabalho inclusivos são os que mais atraem e retêm os indivíduos brilhantes, dentro um conjunto diversificado de talentos.  

Cabe ao RH implementar programas e iniciativas de contratação, desenvolvimento de talentos e retenção, treinamento, operações e políticas focadas internamente e externamente para acelerar a Diversidade e Inclusão na sua empresa.

E quando achar que sua Empresa  já está pronta se permita fazer uma única pergunta:

“Minha empresa é um lugar onde as pessoas podem realmente ser autênticas?”

Referências:

https://www.businesstoday.in/opinion/columns/workplace-diversity-how-organisations-can-enable-an-inclusive-culture-corporates/story/399003.html

https://technical.ly/philly/2020/03/12/diversity-inclusion-policy-makes-business-sense-hiring-strategy-greater-philadelphia-ciultural-alliance-event/

Dia 21 de março é o Dia Mundial da Síndrome de Down. A data foi criada para celebrar a vida das pessoas com síndrome de Down e garantir a elas oportunidades e liberdade para viverem como qualquer outra pessoa e, quando falamos sobre oportunidades também nos referimos a empregabilidade.

O acesso ao mercado de trabalho é desafiador para todos, mas principalmente para pessoa com deficiência. Hoje muito se fala sobre inclusão e diversidade nas organizações e, a lei prevê que a pessoas com deficiências tenham o direito ao trabalho com condições favoráveis e com igualdade às demais pessoas, mas sabemos que ainda precisamos de mais incentivos e menos preconceito.   

Ter a diversidade em sua empresa possibilita um ambiente mais acolhedor e, aumentam suas chances de atender um número maior de clientes, que se sentirão ainda mais atraídos  por sua diversidade de pensamento.   

O estudo divulgado pelo instituto Alana https://alana.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Paper_Sindrome_Down.pdf  confirma o exposto acima e mostra o valor que os colaboradores com síndrome de Down podem agregar à sua empresa.

Precisamos capacitar os jovens e adultos com síndrome de Down, apoiar sua autonomia, independência e liberdade para suas escolhas.  

Sugerimos que você acesse os links abaixo e saiba mais sobre esse desafio, além de conhecer algumas Ongs e Institutos que promovem ações para inclusão social. Destacamos ainda dois vídeos que nos enchem de orgulho e motivação: a história de Gabriel Bernardes e Jéssica Pereira que se tornaram empreendedores.

https://www.catho.com.br/carreira-sucesso/pcd/sindrome-de-down-desafios-e-oportunidades-no-mercado-de-trabalho/

http://www.movimentodown.org.br/trabalho/inclusao-no-mercado-de-trabalho/

https://www.metasocial.org.br/sobre

https://www.camarainclusao.com.br/quem-somos/

https://veja.abril.com.br/videos/em-pauta/cromossomo-do-empreendedorismo/

https://globoplay.globo.com/v/8419639/

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, foi oficializado pela ONU em 1975, simbolizando a luta histórica das mulheres na busca de condições equiparadas às dos homens, mas hoje esse evento representa muito mais.

A data comemora as conquistas no âmbito econômico, político e social alcançadas pelas Mulheres e, também nos incentiva a fazer uma reflexão sobre esses avanços e o quanto ainda devemos caminhar mais em nossas lutas.  

Muito se fala sobre a igualdade, mas se ainda temos que discutir assuntos como assédio moral contra mulheres no ambiente corporativo, preocupação das mulheres ao retornar de uma licença maternidade, a dificuldade das mulheres para chegarem aos cargos de lideranças e muitos outros assuntos, realmente estamos longe de alcançar a tão sonhada igualdade!

Segundo relatório elaborado pela ONU, 90% das pessoas (incluindo as próprias mulheres!), têm alguma forma de preconceito contra mulheres permanecendo assim a desigualdade em posições de liderança, mulheres na economia, nos sistemas políticos e corporações.  Essa constatação levou a agência da ONU a solicitar aos governos e instituições, que adotem novas políticas para mudar esse cenário discriminatório.

Isso fica evidente quando vemos que Companhias que são lideradas por uma CEO tem mais mulheres em cargo de gerência sênior do que em empresas lideradas por homens, como mostra o Índice de Igualdade de Gênero (GEI) de 2020 da Bloomberg.

O RH tem um papel muito importante nesse movimento, pois é dele que devem partir a criação de políticas e práticas de gestão, com oportunidades iguais para todos.  Além de incentivar ações que possam minimizar cada vez mais as questões expostas acima.

Sugerimos que você acesse as fontes abaixo para saber mais:

https://forbes.com.br/listas/2020/03/as-mulheres-mais-poderosas-do-brasil-em-2020/

https://nacoesunidas.org/relatorio-mostra-que-90-das-pessoas-tem-alguma-forma-de-preconceito-contra-mulheres/amp/

http://www.onumulheres.org.br/ 

https://www1.folha.uol.com.br/podcasts/2020/01/como-e-estar-gravida-no-mercado-de-trabalho.shtml

https://exame.abril.com.br/carreira/violencia-contra-funcionarias/  

https://www.bloomberg.com.br/blog/empresas-lideradas-por-uma-ceo-tem-mais-mulheres-em-cargos-de-gerencia/