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A pesquisa de Clima Organizacional vem sendo a tempos utilizada pela área de RH, como um instrumento para análise, diagnóstico e sugestões, que são utilizados posteriormente para a melhoria da qualidade, comunicação interna, aumento da produtividade, adoção de políticas internas, dentre outras.

A princípio pode-se ter a falsa ideia de que o  clima organizacional no contexto de home office, é mais tranquilo do que no trabalho presencial, principalmente em função da menor intensidade de interação social.

Mas, no momento que estamos vivendo, onde nem todas as empresas e colaboradores estavam preparados para atuar nesse modelo remoto, e o mesmo acabou sendo imposto do dia para a noite, a pesquisa de Clima pode trazer resultados que vão além dos indicadores que mencionamos acima.

Para exemplificar, uma recente pesquisa realizada pela empresa Pulses, que desenvolve ferramentas para medir o clima organizacional, apontou que “54% dos entrevistados estão tendo níveis de ansiedade médios e altos durante a quarentena. ”

Por isso, para Cesar Nanci, CEO da Pulses, as empresas precisam se humanizar ainda mais: “Ter uma mentalidade centrada nos colaboradores é o mais importante nesse momento. A nova rotina de trabalho, o receio de não dar conta, e as dúvidas sobre as futuras configurações de trabalho têm tornado o papel do RH indispensável neste momento, afinal, cuidar das pessoas nunca foi tão necessário. “

A aplicação de questionários com o propósito de entender essa nova rotina se torna então estritamente necessária e, a partir dos resultados pode-se alinhar as ações que devem ser desenvolvidas em busca de melhorias  no dia a dia do trabalho virtual.

Essas pesquisas podem apontar algumas dificuldades que, por vezes, possam ser facilmente resolvidas pelas empresas, como o fornecimento de equipamentos, kits de segurança e até cadeiras, passando também por questões mais complexas, como sessões de aconselhamento ou indicação de atendimento terapêutico. De qualquer forma, tais ações certamente contribuirão para uma melhor adequação a esse novo modelo e um maior engajamento, pela percepção de acolhimento por parte do Colaborador.

De acordo com Ana Cláudia Medeiros, gerente de Gestão e Gente:

“Manter ativo o diálogo com cada colaborador, a fim de se inteirar sobre a rotina de adaptação ao home office, a saúde emocional e a produtividade, é uma das formas de gerar interatividade com a empresa. O papel do RH é justamente ser ponte de comunicação e de fortalecimento entre os colaboradores, a empresa e os próprios gestores”, concluiu.

Ou seja, como sempre apontamos, a área de RH se torna ainda mais estratégica, para alinhar valores, humanizar as relações, transmitir segurança, principalmente num momento atípico como estamos vivendo.

 Abaixo algumas referências sobre esse tema.

https://rhpravoce.com.br/posts/produtividade-em-meio-a-pandemia-a-pesquisa-de-clima-pode-ajudar

https://www.blogdajuliska.com.br/ansiedade-tem-aumentado-no-ambiente-organizacional-com-a-pandemia

https://institutopublix.com.br/o-teletrabalho-e-a-pandemia-antes-durante-e-depois/

https://vocesa.abril.com.br/carreira/78-dos-profissionais-se-sentem-mais-produtivos-trabalhando-remotamente/

https://www.pulses.com.br/insights/papel-do-rh-na-pandemia-covid-19

O mês de junho é considerado o mês do orgulho LGBTQI+ no mundo.

Vamos retratar aqui as conquistas mais importantes da luta e a história do movimento, esclarecendo incialmente o significado da sigla LGBTQI+, que representa pessoas que são Lésbicas, Gays, Bi, Trans, Queer/Questionando, Intersexo e mais.  Algumas pessoas utilizam a LGBTQIAP+, que inclui Assexuais/Arromânticas/Agênero, Pan/Poli.

O Movimento Homossexual surgiu no Brasil em 1978, no período da ditadura, o grupo de afirmação Homossexual ganhou visibilidade em São Paulo  e desempenhou um papel muito importante no modo de perceber a sexualidade.

Em 1980 surgiu o primeiro grupo exclusivamente lésbico e a visibilidade pública da homossexualidade continuava  em ascensão, claro que em meio a muita luta, contra a epidemia do HIV/Aids, a luta pela despatologização (retirada da homossexualidade do código de doenças do Inamps)ou seja, a luta tinha como objetivo desde então,  de promover mudanças na sociedade, em especial com relação aos direitos civis de homossexuais e ações contra discriminação e violência.

Em 1990 devido as ações que o movimento homossexual realizava com projetos de combate a DSTs e Aids, as pautas ingressaram nas políticas públicas e houve um aumento do número de grupos e a expansão do movimento por todos os estados do País, acompanhado por uma diversificação de tipos de organizações: grupos comunitários, ONGs, setoriais de partidos, grupos religiosos, acadêmicos e outros.

Somente em 1993, o movimento que a princípio era formado apenas por homossexuais, incluiu as lésbicas, posteriormente os travestis, bissexuais e, a sigla assumiu novas formas para dar visibilidade às diferentes identidades.  


Em 1995, ocorreu a fundação da primeira e maior rede de organizações LGBT brasileiras, a ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis), que promoveu esforços no combate à Aids e variadas articulações com órgãos público de ações no âmbito legislativo e judicial, para acabar com a discriminação e violência.

A partir da fundação da ABGLT houve um processo e aumento das redes nacionais e com elas mais conquistas, como a união civil estável e o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, procedimentos de redesignação sexual, conhecida como “mudança de sexo”,  a utilização do nome social e as mudanças de registro civil para a população de transexuais e travestis, adoção de crianças por casais homoafetivos, e mais recentemente, a liberação para doação de sangue por homossexuais .

Anualmente, também ocorrem as Paradas do Orgulho, que acontecem em diversos estados e é um encontro social e político que celebra a diversidade, protesta e reivindica seus direitos. Ela conta com a participação e apoio de prefeituras, simpatizantes, familiares, militantes e todos que apoiam a causa.

E mesmo com todas essas conquistas, propomos agora uma reflexão:

Você apoia a igualdade e combate o preconceito? Na empresa que você trabalha tem pessoas  LGBTQI+?

Você já participou de algum processo seletivo com uma mulher trans ou travesti? A sua colega de trabalho fala abertamente que sua parceira é outra mulher? A equipe que você lidera tem alguma pessoa trans? Você é um agente de mudança na sua empresa? 

Se muitas das respostas  forem não, a empresa que você trabalha ou lidera precisa avançar na inclusão e diversidade!

Sabemos que a diversidade é muito importante para as instituições, gera visibilidade, retorno financeiro, e principalmente o debate de ideias e visões diferentes que contribuem para o desenvolvimento da companhia e das pessoas.

Mas é necessário que o RH se empodere e estimule as lideranças e colaboradores para que torne sua empresa ainda mais inclusiva e  que haja a valorização da diversidade sexual.

É importante que os  Colaboradores LGBTQI+ sejam acolhidos, sem receios de rótulos, sem sofrer preconceito por conta de sua orientação sexual ou identidade de gênero. As brincadeiras, comentários preconceituosos  e comportamentos inadequados não devem ser tolerados.

É fato que muitos colaboradores LGBTQI+ ainda escondem sua identidade para não serem vítimas do preconceito.   Não se pode ignorar um caso de homofobia, é importante criar canais de ética e denuncia, além de criar campanhas internas para sensibilizar a todos.

 Pesquisa realizada pela PwC revela as empresas precisam fazer mais para atrair e apoiar talentos LGBTQI+, pois apesar de 85% dos funcionários LGBTQI+ se sentirem confortáveis no trabalho, apenas uma pequena parcela dos empregadores adota programas de inclusão exclusivos para esse público e esses programas de inclusão ajudaria seus talentos a alcançarem seu potencial e assumirem cargos de liderança.

É importante que a empresa tenha consciência de sua responsabilidade em relação à empregabilidade de pessoas LGBTQI+ e da possibilidade de transformar essa realidade.  É necessário desenvolver ações, promover debates, desenvolver políticas de inclusão e, mais uma vez, a conscientização dos colaboradores e líderes.

O Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ elaborou os 10 Compromissos, para orientar as práticas de cada empresa no tema e para orientar os trabalhos do próprio Fórum, confira: https://www.forumempresaslgbt.com/10-compromissos

Empregar pessoas LGBTQI+ é tornar sua empresa mais inclusiva, é dar possibilidade para que todos se desenvolvam, sem discriminação, é agir de forma justa, empática e sublime.

Segue algumas sugestões de filmes, séries e documentários para se aprofundar no tema:

https://canaltech.com.br/entretenimento/dia-do-orgulho-lgbt-20-filmes-series-e-documentarios-para-maratonar-142653/

Fontes:

https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2019/06/25/metade-dos-profissionais-lgbt-assumiu-orientacao-sexual-no-trabalho-diz-pesquisa.ghtml

http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/cadernos_tematicos/11/frames/fr_historico.aspx

https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2020/05/17/movimento-lgbt-vem-resistindo-ha-seculos-diz-codeputada-erika-hilton.htm https://www.stoodi.com.br/blog/2019/02/07/movimento-lgbt-o-que-e/

https://orientando.org/o-que-significa-lgbtqiap/

https://www.cartacapital.com.br/blogs/saudelgbt/opressao-da-sociedade-potencializa-impactos-na-saude-mental-de-lgbts/

https://vocesa.abril.com.br/voce-rh/como-lutar-contra-a-homofobia-no-mercado-de-trabalho/

https://integradiversidade.com.br/tag/lgbt/

https://rhpravoce.com.br/posts/orgulho-lgbti-no-trabalho-como-as-empresas-podem-adotar-a-inclusao

https://www.pwc.com.br/pt/sala-de-imprensa/noticias/out-to-succeed-realising-the-full-potential-of-your-lgbt-talent.html

Muito tem se falado sobre inclusão, diversidade e,  nós mesmas aqui da Start UP, publicamos e republicamos vários posts e matérias falando da importância do assunto, do ponto de vista Corporativo.

Mas, cada vez que vem à tona um ou mais episódios tão graves que envolvem preconceito, seja ele de etnia, gênero, classe social, religioso, acessibilidade entre outros, vemos o quanto ainda falta para alcançarmos a igualdade e a real necessidade desse tema se manter em pauta.

Pra começar, vale aqui rever o conceito literal do que é Estereótipo:  

“Estereótipo é o conceito ou imagem preconcebida, padronizada e generalizada estabelecida pelo senso comum, sem conhecimento profundo, sobre algo ou alguém. É usado principalmente de maneira preconceituosa para  definir e limitar pessoas quanto a aparência, naturalidade e comportamento.”

Sabemos que tudo que é diferente nos causa estranheza e distanciamento, e a partir disso é gerado o preconceito e a tentativa de excluir tudo aquilo que é diferente para nós.

O preconceito pode ocorrer de diferentes  formas, as vezes ele é explicito e, desse você não tem dúvida que ele realmente existe e, o mais letal que é  o preconceito mascarado ou tendencioso.

Através dele a pessoa preconceituosa  não tem consciência do impacto de seu comportamento. 

Esse comportamento, muitas vezes, está enraizado em estereótipos e, em elementos de sua formação, do ambiente de onde ela vem, seja familiar, acadêmico, profissional, social, que a levam a agir de uma maneira específica, sem estar ciente de seus atos.

E como o RH pode conscientizar os colaboradores do mal causado pelo preconceito e permitir um ambiente corporativo mais inclusivo?

É lógico que não é uma tarefa fácil mas, tentar mudar os conceitos pré existentes, expondo os Colaboradores a informações, imagens e contatos com pessoas que contrariem esses estereótipos, já é um bom começo.

Para isso as empresas precisam revisar os programas de diversidade e inclusão existentes e, analisar com atenção se estão funcionando efetivamente ou não.

O RH  precisa olhar para dentro da sua empresa e, honestamente, fazer-se algumas perguntas, como: Nossa equipe de Colaboradores é diversa? A cultura da empresa aceita e apoia a inclusão? Que esforços apoiam a diversidade e a inclusão? Nossos esforços tem sido suficientes?

Diversidade e inclusão devem estar incorporados à cultura. 

Seus Líderes precisam demonstrar que apoiam a diversidade e inclusão por meio de suas ações e, se tiverem Gestores que pertençam a esses grupos, fica ainda melhor!

Sessões de debates precisam ocorrer com a participação de todos, até o CEO e gerentes, para que esses temas sejam colocados em pauta, trazendo o que ainda pode ser tratado como “diferente” para algo comum.

Além disso, o RH precisa oferecer um sistema de suporte confidencial, para que os Colaboradores se sintam confortáveis ​​em procurar conselhos e expressar preocupações. 

Políticas de tolerância zero nesse sentido, precisam ser implementadas e suportadas.

A notícia boa é que, pesquisas recentes demonstram que, a pandemia tem feito surgir uma nova geração que visa a responsabilidade social corporativa, focada em entender melhor as relações pessoais, as angustias e necessidades de seus Colaboradores.

A partir daí, surgirão novos parâmetros para  medir o que as empresas fazem quando se trata de equidade, diversidade e inclusão de gênero, bem como ações que devem adotar para promovê-las.

Empresas que colocarem seus Colaboradores em primeiro lugar, investirem em Diversidade  e disserem Não a intolerância e ao preconceito, certamente servirão de modelo e farão parte do seleto e, ainda pequeno grupo das efetivamente “melhores empresas para se trabalhar”.

Mais sobre o assunto:

https://diariodocomercio.com.br/exclusivo/mulheres-dados-valem-mais-que-estereotipos/

https://vocesa.abril.com.br/voce-rh/empresas-criam-estrategias-para-integrar-profissionais-com-mais-de-60-anos/

https://cio.com.br/tecnologia-nao-tem-genero-e-hora-de-aposentar-esses-estereotipos/

https://www.forbes.com/sites/mariaminor/2020/06/08/enough-is-enough-stop-the-ignorance/#4180bd741dda

A pandemia do Coronavírus transformou drasticamente nossas relações pessoais e profissionais de um dia para o outro.

As empresas mais tradicionais precisaram rever o conceito que tinham de “trabalho” e, mudanças de hábito e modo de fazer foram impostas, para garantir a sobrevivência do negócio.

O momento mais do que nunca nos pediu adaptabilidade e agilidade, para responder a rápidas mudanças e tantas incertezas.

Do ponto de vista de RH e gestão de pessoas, fica claro que, cada empresa  apresenta naturalmente seu próprio conjunto de desafios e problemas únicos. 

Mas, a capacidade de adaptação, a cultura e a mentalidade que permitem a transição rápida e eficaz de direção, aliada a constante atenção as pessoas em momentos de mudanças, que sempre foram as principais preocupações do RH em condições relativamente estáveis , se tornaram elementos essenciais em tempos como o que estamos vivendo agora. 

Muitas empresas adotaram, pela primeira vez, o home office e  se surpreenderam com as oportunidades, benefícios e capacidades do trabalho remoto. Segundo recentes pesquisas, para muitos essa tendência veio para ficar.

Para estar alinhado a essas mudanças, a transformação digital acabou entrando com tudo no RH, softwares para recrutamento e seleção, entrevistas e onboarding on line,  passaram a ser sua nova rotina.

Outro ponto de destaque é que, ninguém melhor do que  o  RH para conhecer seus  Colaboradores e suas tendências comportamentais e, essas informações passaram a ajudar ainda mais os Gestores a compreender o modo de agir e pensar da sua equipe em momentos de tantas incertezas.  

Além disso, manter a todos cientes das atitudes e caminhos que estão sendo tomados,  é mais uma missão do RH para garantir que seus Colaboradores sintam que há uma relação de transparência e empatia por parte de seu empregador e, que juntos poderão sair mais rapidamente e ainda mais fortes de toda essa crise.

A  grande mudança é a cultural, de hábitos, de formas de relacionamento de pensar o mundo e modelos de negócios. O RH tem que ser o departamento mais ativo da empresa. O desafio não é o RH conseguir ocupar esse espaço, mas sim se colocar nesse lugar.” Ruy Shiozawa, CEO do GPTW, no Brasil.

Nos links abaixo mais conteúdo de aprendizado:

https://blog.solides.com.br/novo-normal-do-rh/

https://rhpravoce.com.br/posts/3-tendencias-de-rh-para-o-mundo-pos-coronavirus

https://hrexecutive.com/boese-the-biggest-post-pandemic-hr-challenges/

https://www.processexcellencenetwork.com/business-transformation/articles/three-challenges-facing-hr-during-the-covid-19-pandemic

Provavelmente depois de um dia inteiro trabalhando em home office, sentando em frente a uma tela de computador, fazendo uma vídeo chamada atrás da outra, você chegará ao final do dia esgotado, física e mentalmente. Certo?

Isso é o que especialistas estão chamando em inglês de Zoom Fatigue. E  não está só relacionado a ferramenta Zoom, poderia ser chamado de Skype Fadiga, Hangouts Fadiga, Houseparty Fadiga….

As observações físicas e psicológicas, nos explicam que nas  conversas por vídeo precisamos trabalhar mais para processar pistas não verbais, como expressões faciais, tom da voz, multiplicado por 5, 10, 20 “carinhas” e, prestar mais atenção a tudo isso consome muita energia.

O silêncio é outro desafio e, ele acrescenta muita insegurança…será que não entenderam o que eu quis dizer? será que a conexão caiu? ou seja, nosso cérebro precisa fazer um esforço extra para compensar todos os aspectos da comunicação que nos faltam, e isso é muito desgastante.

Além disso, ficar olhando para o seu próprio rosto enquanto fala, traz um julgamento com relação a sua própria imagem, que para alguns incomoda demais.

Enfim, tudo isso potencializado por dezenas de vídeo-chamadas por semana, não pode ser efetivamente muito saudável.

Dizer que você não está sozinho e, que o que está sentindo é normal, não atenua tudo o que estamos vivendo e, tudo o que ainda vem pela frente.

Sabemos que, nesse momento, estar empregado e seguir em isolamento social é algo positivo, mas devemos refletir sobre os prejuízos causados por esse excesso de vídeos chamadas e  o mais importante, buscar minimizar os prejuízos causados.

Num futuro próximo, vamos ter que nos reinventar  e, descobrir novas formas de manter nosso ritmo de trabalho, de uma maneira menos intensa.

Nas matérias abaixo algumas colocações interessantes sobre esse tema tão novo para todos nós!

https://veja.abril.com.br/tecnologia/zoom-fatigue-o-esgotamento-provocado-pelo-excesso-de-videoconferencias/

https://www.bbc.com/worklife/article/20200421-why-zoom-video-chats-are-so-exhausting

https://hbr.org/2020/04/how-to-combat-zoom-fatigue

https://goop.com/wellness/mindfulness/zoom-fatigue/

O dia 12 de maio foi escolhido como homenagem ao nascimento de Florence Nightingale, considerada a “mãe” da enfermagem moderna.

Particularmente este ano, o trabalho dos  Enfermeiros que sempre foi importante, mas muitas vezes invisível,  foi trazido à luz. Afinal são eles que estão na linha de frente contra o Coronavírus e, isso fez deles, do dia para a noite, se transformarem em verdadeiros heróis e protagonistas dessa batalha.

Aplausos noturnos ressoaram em muitos países em homenagem ao seu trabalho. Seu papel no confronto frontal com o COVID-19 foi elogiado como bravura e coragem.

Muitos Enfermeiros ficaram emocionados ao ouvir a sincera gratidão do primeiro-ministro britânico Boris Johnson em relação aos profissionais que cuidaram dele durante sua internação.

Mas, além do trabalho incansável para fornecer o cuidado e a atenção aos seus pacientes, os Enfermeiros vem nos dando vários outros exemplos que deveriam ser seguidos por outros profissionais.

É emocionante testemunhar enfermeiros apoiando-se mutuamente, compartilhando novos conhecimentos, construindo relacionamentos afetivos com seus pacientes, principalmente quando esses não conseguem nem ao menos ver seu rosto devido ao uso dos EPIs.

E como se já não bastasse todo o trabalho incansável que eles vêm desenvolvendo dentro dos Hospitais, ainda testemunhamos Enfermeiros indo as ruas para reivindicarem seus direitos a uma melhor remuneração e acesso a materiais de proteção, bloqueando fisicamente manifestantes anti-quarentena e, infelizmente sendo muitas vezes hostilizados por uma minoria que os veem como agentes de contaminação.

A sobrecarga de trabalho pelo número reduzido de profissionais treinados, stress psicológico, privação de estar com suas famílias, perda de colegas de profissão e,  o risco eminente de também se contaminarem, seriam mais do que motivos para desistirem mas, o amor à profissão e sua missão em salvar vidas, parece estimula-los ainda mais.

O grande desafio da área de RH, além de suprir as  mais de 3,7 mil vagas abertas desde março/20 para a área de Saúde é,  também criar ações para que esses profissionais consigam manter sua integridade moral, pessoal e física. 

Como bom exemplo dessa preocupação, a  Johnson & Johnson lançou um programa com terapia online, que pode auxiliar os profissionais da saúde, segue:   https://www.cuidandodequemcuidadenos.com.br/

E no dia que muitos irão enaltecer sua atuação, o boletim divulgado pelo COFEN informou que 75 enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem já morreram no Brasil devido à Covid-19.

Muito mais do que homenagens, esses profissionais precisam de uma valorização efetiva, melhores condições de trabalho e, um reconhecimento que vá além da pandemia.

Aos Enfermeiros (as) todo nosso carinho, admiração e respeito!!

Fontes:

https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2020/04/14/veja-cargos-que-tiveram-maior-alta-em-vagas-de-emprego-em-marco.ghtml

https://portal.coren-sp.gov.br/

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/05/sobrecarga-e-riscos-pioram-saude-mental-de-medicos-e-enfermeiros-na-pandemia.shtml

A realidade da Educação no Brasil

O Dia Internacional da Educação foi estabelecido em referência ao encontro de representantes de 180 países no Fórum Mundial da Educação, que aconteceu no dia 28 de abril de 2000, em Dakar, Senegal. Na ocasião, foi assinado um documento no qual estes países se comprometiam a não poupar esforços para que a educação chegasse a todas as pessoas do planeta até 2015.

Infelizmente, o objetivo não foi atingido totalmente. Alguns avanços aconteceram, mas nem todos os povos têm acesso a uma Educação de qualidade, que era o objetivo principal do Fórum.

No Brasil os números ainda são desanimadores, vejam alguns dados do IBGE de 2018, divulgados em 06/2019, que embora um pouco melhores do que o ano anterior, mostram que dentre os brasileiros na faixa etária de 25 anos:

52,6% não concluíram o mínimo de estudo esperado

33,1% tem o Ensino Fundamental incompleto

8,1% tem o Ensino Fundamental completo

4,5% tem o Ensino Médio incompleto

16,5% da população acima de 25 anos concluiu o ensino superior

Ainda temos 11,3 milhões de brasileiros analfabetos ou 6,8% da população brasileira.

Embora o Ministério Público Federal nos lembre de que a Educação é um direito fundamental de todos os brasileiros que deve ser assegurado pelo Estado, a mesma ainda está longe de grande parte do povo brasileiro.

O acesso à Educação de qualidade é um dos direitos básicos de todo ser humano. O aprendizado, a possibilidade de estimular habilidades sócio emocionais e o desenvolvimento da compreensão técnica, da linguagem e do raciocínio são fatores muito importantes para os indivíduos e para a sociedade.

Se as pessoas têm oportunidade de acesso a uma Educação de qualidade, aumentam as chances de elas terem uma vida digna e de exercerem a cidadania de forma plena. Além disso, a Educação abre portas para outros direitos, como saúde, trabalho e lazer.

Somente por meio dela é possível achar soluções para problemas como a pobreza e a violência. Além disso, através da Educação também se garante acesso a outros direitos humanos, como a igualdade e o fortalecimento da democracia.

Sem enveredarmos em questões políticas quanto a “gestão” do Ministério da Educação no atual Governo, gostaríamos de destacar o belíssimo trabalho feito por algumas ONGs que vem se dedicando arduamente em melhorar o Brasil através da Educação.

Abaixo os links de algumas delas, para que você possa entender melhor o trabalho que é feito e, como pode colaborar:

https://www.todospelaeducacao.org.br/

https://institutoayrtonsenna.org.br/pt-br.html

http://www.vagalume.org.br/

http://www.avante.org.br/

https://www.projetouere.org.br/

https://www.institutounibanco.org.br/

https://www.fmcsv.org.br/pt-BR/

“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Paulo Freire

Abaixo as matérias que embasaram nosso post e servem como uma boa leitura e reflexão sobre esse tema tão importante:

https://escoladainteligencia.com.br/voce-conhece-o-dia-mundial-da-educacao-saiba-mais-sobre-a-data/

http://bennett.br/noticias/por-que-existe-o-dia-internacional-da-educacao

https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2019/06/pesquisa-ibge-mostra-que-educacao-brasileira-ainda-nao-e-para-todos/

https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/06/19/mais-da-metade-dos-brasileiros-de-25-anos-ou-mais-ainda-nao-concluiu-a-educacao-basica-aponta-ibge.ghtml

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25885-11-8-dos-jovens-com-menores-rendimentos-abandonaram-a-escola-sem-concluir-a-educacao-basica-em-2018

A data foi instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para incentivar a contratação de profissionais sem experiência, destacando para os empregadores que esses jovens profissionais podem agregar muito valor a sua empresa, trazendo novas ideias e, contribuindo para o crescimento das mesmas.

No Brasil, as duas principais vias de ingresso do jovem ao mundo corporativo passam pelos programas de estágio e aprendizagem, que são regidos respectivamente pela chamada Nova Lei do Estágio, estabelecida em 2008, e pela Lei da Aprendizagem, estabelecida no ano 2000.

Através delas, os mais jovens podem entrar no mercado de trabalho a partir dos 16 anos, havendo apenas a exceção para os menores aprendizes, que podem, por legislação específica, entrar no mercado a partir dos 14 anos, embora mais na condição de alunos do que de profissionais. Isso dá condições ao jovem de complementar o seu aprendizado, conhecendo melhor a empresa e podendo efetivar o seu planejamento de carreira futuro.

E mesmo com uma Legislação consolidada para esse tipo de contratação, ainda precisamos romper vários preconceitos e barreiras relacionadas a facilitar o ingresso de jovens sem experiência.

Por isso, vale sempre a pena reforçar que os jovens estão mais “antenados” com novas tecnologias, são mais flexíveis e, naturalmente tem uma vontade inerente de transitar em áreas diferentes e aprender coisas novas, podendo assim se tornar futuramente um profissional ainda mais qualificado.

Em geral esse jovem inexperiente chega à empresa com uma mentalidade diversa, garra por trabalhar, se engajando rapidamente com a equipe, contribuindo para oxigenar as ideias,  participando de novos processos e projetos e, sendo ainda mais tolerante quanto a mudanças.

Mas, mesmo trazendo tantos benefícios, o número de oportunidades existentes ainda é inferior ao de candidatos, principalmente analisando os dados de vagas de estágio em todo o país.

A desaceleração da economia, no mundo todo, conforme relatórios da OIT, infelizmente não têm sido muito favoráveis para os jovens sem experiência, que estão entrando agora no mercado de trabalho.

Cabe a nós do RH disseminar a ideia de que trabalhar com jovens pode até ser desafiador para muitos Gestores mas, mais cedo ou mais tarde, eles irão perceber que, tal experiência pode resultar numa parceria promissora, contribuindo  assim para a formação de novos talentos, de acordo com a cultura e ideais da própria empresa.

Para ter acesso a oportunidades para Jovens, acesse os links abaixo de 3 empresas sérias e empreendedoras nessa área: CIEE, NUBE e ESPRO:

https://portal.ciee.org.br/tags/jovem-aprendiz/

https://www.nube.com.br/estudantes/vagas/

https://aprendiz.espro.org.br/login

Texto baseado nas seguintes matérias:

https://portal.ciee.org.br/institucional/dia-internacional-jovem-trabalhador/

https://www.nube.com.br/blog/2019/04/24/dia-internacional-do-jovem-trabalhador

https://www.calendariobr.com.br/dia-internacional-do-jovem-trabalhador#.XqGngGhKihM

Data criada pela Organização Mundial da Saúde para conscientizar as pessoas sobre assuntos relacionados a saúde.

Frente a situação que estamos vivenciando globalmente, não podíamos deixar de falar de aspectos importantes para manter uma boa saúde no período de isolamento social.

Muitos profissionais que saíam de suas casas todos os dias para trabalhar estão de quarentena, alguns trabalhando home office e outros sendo obrigados a parar suas atividades durante esse período, em prol do combate ao Covid-19.

Nesse momento devemos tomar ações voltadas a garantir o nosso sistema imunológico, e a alimentação é essencial, não existe um alimento que previna o Coronavírus, porém as suas defesas respondem mais rápido, quando o seu corpo está fortalecido.

É normal que o desejo de comer alimentos com maior teor calórico prevaleça devido à preocupação e ansiedade com as incertezas que estamos vivenciando. Porém é importante manter uma alimentação saudável e rica em vitaminas e minerais, como indica a nutróloga Nivea Bordin em entrevista à Revista exame.

Além disso, em razão da quarentena afetar a pratica de exercícios, se torna importante também a redução do consumo dos alimentos que possuem farinha branca, por mais prático que pareça comer um biscoito, substitui-lo por batata doce ou alimentos com baixo índice glicêmico trará resultados melhores para a saúde como apontaBordin.

Para os profissionais que não podem ficar em quarentena, pois sua função é essencial, devem tomar cuidado redobrados com os alimentos que consomem fora de casa, sempre higienizar os talheres com álcool, optar por copos descartáveis e alimentos cozidos afirma a nutróloga.

Um outro cuidado importante que devemos ter é com a nossa saúde mental frente a tantas incertezas que esse vírus nos trouxe.

O tempo todo estamos recebendo informações de todos os canais de comunicação, até mesmo quando tentamos nos distrair em uma rede social, lá estão mais notícias sobre o vírus, o número de mortos e infectados aumentando, além da discussão sobre os rumos da economia, o que nos deixa ainda mais angustiados e com medo de tantas incertezas e, esse é o momento crucial para buscarmos um autoconhecimento e equilíbrio emocional.

Diante disso, o psiquiatra Octavio Pavan, em entrevista a Natura, orienta que as informações sejam filtradas e que você  faça opção em confiar apenas nas fontes seguras, como o site do Ministério da Saúde e o aplicativo do SUS.

Pavan afirma que ficar sem notícias pode trazer mais angustia do que tê-las, mas que é necessário ter um controle, separando apenas um horário do dia para ter acesso e não ficar sendo bombardeado o tempo todo de informação. 

Deve-se aproveitar o tempo em casa para estabelecer uma rotina, quem está trabalhando home office impor horário de início e fim, aproveitar para organizar afazeres da casa e aquelas tarefas que a tempos você estava precisando executar, mas não fazia por falta de tempo, esse é o momento ideal, estabelecer uma rotina para se sentir ativo e produtivo.

As incertezas podem nos deixar tristes e com vontade de não fazer nada, porém não caia nessa armadilha, quanto mais ocioso, maior o desespero pela sensação de improdutividade, aconselha a psicóloga Carla Guth.

Segunda Pavan e a psicóloga Carla Guth é importante manter o autocuidado, aproveitar o tempo para refletir e adquirir o autoconhecimento, praticar atividades que mais gosta de fazer a sós, escutar música, dançar, fazer o prato favorito … executar ações que tragam maior conhecimento sobre si e alivie a carga pesada.

Use da tecnologia a seu favor, aproveite as ferramentas existentes para se aproximar das pessoas, mantenha o contato virtual, a importância por interagir e trocar experiências, também são enfatizados por Carla.

Pratique exercícios físicos, movimente-se mesmo que seja rolar no chão com seu filho, realizar afazeres de casa e caminhar pela casa. Além disso, beber bastante água e colocar o sono em dia, também são importantes para o sistema imunológico, afirmam especialistas.

Caso a angustia prevaleça procure ajuda de um profissional, existem alguns canais que estão disponibilizando auxilio nesse momento como o Instituto Entrelaços que oferece linha telefônica aberta até 30/04/2020 pelo telefone (11)98863-0550, confira mais informações sobre o Instituto através do site http://www.institutoentrelacos.com/

Abaixo seguem os links das matérias em que esse texto foi inspirado.

https://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/em-tempo-de-coronavirus-saiba-como-se-alimentar-bem-na-quarentena/

https://www.natura.com.br/blog/mais-natura/novo-coronavirus-como-manter-a-saude-mental-durante-o-isolamento?cnddefault=true&raccoon_param1=institucional-conteudo&raccoon_param2=nnovo-coronavirus-como-manter-a-saude-mental-durante-o-isolamento&gclid=EAIaIQobChMI5JTYr8HU6AIVRAiRCh1CVw7CEAMYASAAEgKtx_D_BwE